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CASO DE POLICIA

CAMPO GRANDE

Detento cai da cama, é encontrado 
morto e polícia investiga o caso

Vítima foi encontrada morta ao lado da cama

Orestes dos Santos Bezerra, de 32 anos, foi encontrado morto ontem (16), na cela oito, no pavilhão dois, do presídio de segurança máxima, no Bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande. Vítima não tinha lesões pelo corpo e polícia investiga as causas da morte.

Segundo informações do boletim de ocorrência, outros detentos informaram aos agentes penitenciários que Orestes estava no chão inconsciente. De acordo com eles, vítima foi subir na cama, escorregou, caiu no chão e bateu a cabeça.

Vítima foi levada até o saguão do pavilhão carregada por dois detentos e sob escolta de um agente. Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte do preso às 21h.

Detento não apresentada lesões pelo corpo e perícia não foi realizada. No entanto, por volta das 18h30, antes de o preso ser encontrado morto, 4 presos pediram para ficar em um ambiente de segurança, pois estavam com medo de morrer.

Os quatro foram encaminhados a um local mais seguro, porém, a vítima não pediu proteção. A cela oito contém 18 presos.

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) no centro de Campo Grande.  

Votos de Marun e Elizeu pra salvar Temer custaram R$ 3,3 milhões

Parlamentares tiveram emendas liberadas nas vésperas da votação da denúncia pela CCJ

Os deputados federais de Mato Grosso do Sul, Elizeu Dionísio (PSDB) e Carlos Marun (PMDB), que compõem a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, tiveram R$ 3,3 milhões em emendas liberadas pelo presidente Michel Temer às vésperas da votação da denúncia contra Temer. Os dois votaram contra o processo de investigação e possível impeachment do presidente.

Carlos Marun faz parte da chamada “tropa de choque” e foi primariamente indicado como suplente da CCJ com o objetivo de ajudar na defesa de Temer na comissão. Quando o Governo viu que estava sem os votos suficientes para barrar o pedido de investigação contra o presidente, Marun, junto com mais 12 deputados suplentes, foram nomeados como titulares da CCJ. Carlos Marun teve R$ 700 mil em emendas liberadas pelo Planalto no mês de julho.

O deputado Elizeu Dionísio é titular da CCJ desde março deste ano e não havia se posicionado sobre a denúncia. O parlamentar teve R$ 2,6 milhões em emendas liberadas pela Presidência da República. Temer chegou a se reunir com Elizeu Dionísio para que votasse contra a denúncia. O presidente também pediu ajuda ao governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), para que convencesse Elizeu a votar favorável ao governo.

Em 5 de julho, Elizeu Dionísio postou foto nas redes sociais de reunião com o ministro da Secretaria de Governo da Presidência, Antonio Imbassahy, sobre a liberação de emendas ao orçamento da União sobre investimentos em infraestrutura e saneamento básico para os municípios sul-mato-grossenses.

Após votar contra o pedido de investigação do presidente Michel Temer pela Procuradoria Geral da República, Elizeu Dionísio publicou em seu perfil no Facebook: “O que faço agora, não podes compreender, todavia compreenderas mais tarde. João 13:7b”. 


Postado em Segunda, julho 17 @ 12:30:10 -04 por JPacheco

 
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