Um porto seco permite reduzir custos para a armazenagem e distribuição de mercadorias, que se torna mais ágil quanto a liberação aduaneira. Além disso, permite redução de custos no transporte internacional, facilitando o comércio entre países. O porto seco fica em uma zona secundária do território aduaneiro e, nele, são prestados serviços para a comercialização dos produtos. Tais estruturas, hoje, respondem por 30% do comércio exterior brasileiro, com destaque no agronegócio e nas indústrias calçadista e de informática. Moka informou, via assessoria, que pretende promover reunião em Brasília com os interessados no projeto e a Receita Federal, a fim de iniciar as bases de uma discussão “sólida e realista, porque vencer a barreira das aduanas é um alvo importante”. Ele ainda elogiou o prefeito Hélio Peluffo (PSDB) por buscar “alternativas inovadoras para o desenvolvimento da fronteira”. Senador ouviu de lideranças da região de fronteira detalhes sobre proposta para implantar estrutura na região © Divulgação Paraguai – O senador ressaltou que o porto seco em Ponta Porã se torna interessante para o país graças à abertura do corredor logístico de exportação de grãos a partir do porto de Concepción, no Paraguai. Ele ainda lembrou que o país vizinho oferece, hoje, um ambiente propício para negócios: a Lei de Maquila, que estabelece um regime especial a empresas com foco na exportação, atraiu 124 empresas nos últimos anos, sendo 80% delas brasileiras. Além disso, custos de mão de obra e energia elétrica vêm pesando na decisão de empresários de se instalarem do outro lado da fronteira. Hoje, no Brasil, há 36 portos secos, sendo um deles em operação em Mato Grosso do Sul –em Corumbá, cuja estrutura é administrada pela Agesa (Armazéns Gerais Alfandegados de MS Ltda). Além dessa estrutura, foi aprovada a instalação de um porto seco em Bataguassu, enquanto Campo Grande aguarda a finalização de trâmites para colocar o seu em funcionamento. Por: Humberto Marques

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Projeto defendido para a região de fronteira aproveitaria aumento da circulação de mercadorias com o corredor logístico que se vale do porto paraguaio de Concepción.

Moka encampa proposta para implantação de porto seco na fronteira com o Paraguai

Moka vai negociar reunião em Brasília com interessados na implantação de porto seco em Ponta Porã © Divulgação/Assessoria
O senador Waldemir Moka (MDB) vai encampar proposta para que Ponta Porã –a 323 km de Campo Grande– ganhe um porto seco, defendido como meio de atrair mais negócios e empregos para a região de fronteira. “E é isso que a nossa juventude está precisando: novas oportunidades de renda”, declarou.
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Um porto seco permite reduzir custos para a armazenagem e distribuição de mercadorias, que se torna mais ágil quanto a liberação aduaneira. Além disso, permite redução de custos no transporte internacional, facilitando o comércio entre países. O porto seco fica em uma zona secundária do território aduaneiro e, nele, são prestados serviços para a comercialização dos produtos. Tais estruturas, hoje, respondem por 30% do comércio exterior brasileiro, com destaque no agronegócio e nas indústrias calçadista e de informática.

Moka informou, via assessoria, que pretende promover reunião em Brasília com os interessados no projeto e a Receita Federal, a fim de iniciar as bases de uma discussão “sólida e realista, porque vencer a barreira das aduanas é um alvo importante”. Ele ainda elogiou o prefeito Hélio Peluffo (PSDB) por buscar “alternativas inovadoras para o desenvolvimento da fronteira”.

Senador ouviu de lideranças da região de fronteira detalhes sobre proposta para implantar estrutura na região © Divulgação
Paraguai – O senador ressaltou que o porto seco em Ponta Porã se torna interessante para o país graças à abertura do corredor logístico de exportação de grãos a partir do porto de Concepción, no Paraguai.
Ele ainda lembrou que o país vizinho oferece, hoje, um ambiente propício para negócios: a Lei de Maquila, que estabelece um regime especial a empresas com foco na exportação, atraiu 124 empresas nos últimos anos, sendo 80% delas brasileiras. Além disso, custos de mão de obra e energia elétrica vêm pesando na decisão de empresários de se instalarem do outro lado da fronteira.
Hoje, no Brasil, há 36 portos secos, sendo um deles em operação em Mato Grosso do Sul –em Corumbá, cuja estrutura é administrada pela Agesa (Armazéns Gerais Alfandegados de MS Ltda). Além dessa estrutura, foi aprovada a instalação de um porto seco em Bataguassu, enquanto Campo Grande aguarda a finalização de trâmites para colocar o seu em funcionamento.
Por: Humberto Marques