sábado, maio 25, 2024

Confira a previsão do tempo para hoje (25) em Campo Grande e demais regiões de Mato Grosso do Sul

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Neste sábado (25), há previsão de muitas nuvens e possibilidade de chuvas, as amplitudes térmicas serão pequenas, ou seja, pequena diferença entre a temperatura máxima e a mínima. A sensação de frio
será reforçada devido ao tempo fechado.

Os locais com maior probabilidade de chuvas são as regiões centro-sul, sudoeste e oeste do estado, com
acumulados previstos entre 20 mm e 30 mm.

Os ventos atuam do quadrante sul com valores entre 30km/h e 50 km/h. Pontualmente, podem ocorrer rajadas de vento acima de 50 km/h.

Confira abaixo a previsão do tempo para cada região do estado:

Para Campo Grande, estão previstas temperatura mínima de 14°C e máxima de 16°C.

região do Pantanal deve registrar temperaturas entre 14°C e 17°C.

Em Porto Murtinho é esperada a mínima de 12°C e a máxima de 14°C.

Norte do estado deve registrar temperatura mínima de 16°C e máxima de 22°C.

As cidades da região do Bolsão, no leste do estado, terão temperaturas entre 17°C e 25°C.

Anaurilândia terá mínima de 14°C e máxima de 18°C.

região da Grande Dourados deve registrar mínima de 11°C e máxima de 15°C.

Estão previstas para Ponta Porã temperaturas entre 9°C e 12°C.

Já a região de Iguatemi terá temperatura mínima de 11°C e máxima de 15°C

“A agricultura familiar é de onde sai o alimento consumido nas mesas dos brasileiros”

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Servidor público de carreira, o engenheiro agrimensor Washington Willeman de Souza foi nomeado em janeiro do ano passado como diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc). Em entrevista ao Correio do Estado, ele destaca a importância das políticas públicas voltadas aos agricultores familiares, sejam eles assentados, indígenas, sejam quilombolas.

Souza menciona ser fundamental a destinação de recursos de emendas parlamentares para os pequenos produtores e ainda destaca as ações da Agraer para o cumprimento da meta de MS se tornar um estado carbono neutro até 2030. Confira a entrevista a seguir.

Cerca de 70% da alimentação brasileira é oriunda da agricultura familiar. Qual a importância de fomentar esse segmento?

De fato, segundo as pesquisas, 70% dos alimentos que nós consumimos diariamente são oriundos da agricultura familiar. A importância é ter a segurança alimentar. E nos últimos anos, por orientação tanto do governo do Estado quanto do governo federal, foram implementadas uma série de políticas públicas para que nós fomentássemos a agricultura familiar, a fim de tirar o Brasil da fome, para ter alimento necessário e suficiente a toda a população brasileira. A agricultura familiar é de fundamental importância: é de onde sai o alimento consumido diariamente nas mesas dos brasileiros.

Tivemos no mês passado a quinta edição da Feira de Tecnologias e Conhecimentos para Agricultura Familiar (Tecnofam), com a participação diária de 1,5 mil pessoas. Quais tecnologias foram expostas no evento e que podem ser adotadas pelos produtores em MS? Qual a importância desse tipo de feira para os pequenos produtores?

A realização dessa tradicional feira é de fundamental importância para a qualificação dos nossos produtores. Foram expostas novas tecnologias, novas variedades, o que fomenta a produção de hortifrutas, frutas, verduras, a criação de pequenos animais como ovelhas, peixes, aves, etc.

E é de total importância para que possamos qualificar tanto os nossos técnicos, nos cursos de tecnologias desenvolvidas pelas mais diversas universidades e empresas de pesquisa do País, quanto alguns experimentos feitos pela Embrapa, pela Agraer e por outras instituições de assistência técnica, que ensinaram os produtores novas tecnologias e variedades que fomentam ou aumentam a produção. Isso gera renda e qualifica os nossos produtores, para que a gente tenha êxito na atividade que é desenvolvida por eles lá no campo.

O Estado tem 70 mil famílias inseridas na agricultura familiar. O que MS tem feito no sentido de melhorar e tecnificar a produção dessas famílias?

A Agraer é a empresa responsável por prestar assistência técnica aos nossos produtores de forma gratuita. Nesse sentido, o governo do Estado tem vários programas tanto para a agricultura familiar dos assentados, os agricultores tradicionais, quanto para as comunidades indígenas e quilombolas, que nós também prestamos assistência técnica.

O governo tem incentivado com o oferecimento de insumos, com correção do solo, com distribuição de sementes, óleo diesel, máquinas e implementos e com orientação técnica, para que todos os agricultores de MS sejam assistidos e tenham condição de produzir.

O País passou por uma crise recente na questão da produção alimentar por intempéries climáticas, e nós entramos prontamente com a assistência técnica, com a distribuição de sementes, adubos e insumos,
para que essas pessoas recuperem a sua capacidade produtiva e que, nos próximos anos, a gente volte à normalidade.

Como a Agraer tem atuado para preparar o setor para esse momento mais sustentável que Mato Grosso do Sul vive?

Essa é uma missão que o mundo clama: que a produção agrícola seja sustentável para que o planeta seja sustentável. Nós vimos nos últimos dias as condições climáticas tornando tanto a produção agrícola em si quanto a sobrevivência dos seres vivos cada dia mais difícil.

Nesse sentido, as universidades começaram a estudar, a criar novas técnicas, e nós aqui do governo do Estado, por meio da nossa instituição, estamos qualificando nossos técnicos para enfrentarem esse novo momento, de conviver com essas mudanças climáticas. Estamos primeiramente qualificando nossos técnicos para que a gente possa levar essa orientação técnica aos produtores. Temos feito vários dias de campo para mostrar técnicas mais sustentáveis na hora de produzir.

O sistema de produção da agricultura familiar de MS já está preparado para esse novo momento?

Obviamente que ainda precisamos avançar, mas nós temos várias ações já sendo implementadas que vêm ao encontro desse momento. Como a implantação de agroflorestas, onde é produzido o alimento conjugado com a preservação da natureza, bem como o sistema agropastoril, quando o rebanho bovino é integrado com algumas culturas. Isso vem ao encontro do sequestro de carbono, que é uma meta de Mato Grosso do Sul ser um estado carbono neutro até 2030.

Temos outras atividades, por exemplo, aquaponia, hidroponia e criação de peixes em sistema de tanques elevados, em que a água é filtrada e reaproveitada na produção de alimentos, principalmente de frutas e verduras. Então, tem algumas ações já sendo implementadas nesse sentido aqui no Estado, e estamos difundindo elas.

São tecnologias novas e que o mundo clama por isso, para você produzir mais em um pedaço menor de terra, com uma produção sustentável, de escala, que tenha possibilidade de dar uma renda para aquela pessoa que utiliza desse sistema para gerar alimentos.

Há algum projeto da Agraer voltado especificamente para a meta de carbono neutro até 2030?

Essa missão foi passada pelo governador ao nosso secretário Jaime Verruck, da Semadesc, que é a Pasta a qual estamos vinculados. Então, está em processo de formatação, e a Agraer será o braço operante, será aquele [órgão] que vai implantar de fato esse projeto nas comunidades da agricultura familiar em MS.

Desenha-se, em um primeiro momento, que a gente atenderá aproximadamente 2 mil famílias com a implantação de uma agrofloresta. Isso está bem adiantado, e eu não tenho os dados aqui, porque é um projeto que está sendo gestado, pensado e escrito pela Secretaria Executiva da Agricultura Familiar.

Qual a importância de recursos como os do Plano Safra serem direcionados especificamente para os pequenos produtores?

Sem esse recurso, o pequeno produtor terá muita dificuldade em implementar uma atividade produtiva na sua pequena propriedade. O ano agrícola é diferente do ano civil – o agrícola começa em junho e termina em junho do outro ano.

Foi lançado aqui em Campo Grande, no ano passado, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, o maior Plano Safra da história do Brasil, em que foi destinado para MS, para a agricultura familiar, R$ 400 milhões. Grande parte desses recursos, dos projetos, é elaborada pelos técnicos da Agraer nas mais diversas áreas, como reforma de pastagem, construção de currais, aquisição de implementos, semente, enfim, são para investimentos e custeio.

Implementamos neste ano, no ano agrícola 2023/2024, um valor superior ao do ano passado, algo em torno de 30% [a mais]. Isso eu falo nos projetos elaborados pela agência. A Agraer é campeã no Estado na questão da elaboração dos projetos de financiamento para o Plano Safra. São recursos do Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar], com juros subsidiados, e se o produtor pagar em dia ainda tem um abatimento que pode chegar a 40% do valor adquirido no empréstimo. Então, a gente orienta aqueles produtores que estejam aptos e que tenham interesse que procurem os escritórios da Agraer, e nós vamos orientá-los sobre qual linha de crédito ele pode acessar. A cada ano, esse valor vem se ampliando, e os técnicos estão à disposição para elaborarem esses projetos.

Ter acesso a projetos como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) Rural deve fortalecer o segmento em Mato Grosso do Sul?

Isso é de fundamental importância para os nossos pequenos produtores. Aqui eu faço um destaque aos nossos indígenas, que são muito carentes de moradia. Temos algumas comunidades muito pobres, onde eles ainda moravam em casas de pau a pique [taipa], barracos cobertos de lona. Há mais de seis anos não era construída uma única casa do programa Minha Casa, Minha Vida [Rural] em MS. Com a retomada [do MCMV Rural], com as gestões [do governador Eduardo] Riedel e [do presidente] Lula, também foi retomado o Programa Nacional de Habitação Rural.

Fomos procurados pela Agehab [Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul], que é responsável por esse programa aqui em MS, e colaboramos na identificação desses produtores, aqueles que mais precisavam. Ajudamos [eles] a levantarem toda a documentação, tanto pessoal quanto da propriedade, da localização da propriedade, enfim, todos os trâmites necessários para que essa pessoa consiga ter acesso ao programa de habitação. Fomos para uma disputa a nível nacional e acabamos contemplados com cerca de mil casas aqui no Estado.

O programa vai levar dignidade, fazer com que a pessoa se fortaleça lá no [seu] pedaço de terra. Quantas pessoas deixaram sua propriedade por ter dificuldade em sobreviver no local? Então, é uma série de políticas públicas, de incentivo à produção, de qualificação, de novas linhas de crédito, e agora com habitação. Enfim, nós temos uma série de políticas públicas que são destinadas para os nossos agricultores familiares, indígenas e quilombolas.

Eu acho que a moradia é a coisa que dá maior dignidade ao ser humano. É você ter um lugar onde possa se abrigar da chuva, do sol, que você tenha um mínimo de conforto. Tendo conforto, você vai incentivar o homem a ficar lá no campo, a produzir. E hoje, sem tecnologia, internet, energia elétrica, se não tiver tudo isso lá no campo, é muito difícil [que eles] permaneçam lá. E é gratificante a gente poder, enquanto instituição, colaborar um pouquinho para levar dignidade a essas pessoas.

E quanto às verbas de emendas? Há alguma projeção de recursos para a agricultura familiar?

Estamos executando hoje em MS R$ 200 milhões em emendas parlamentares da nossa bancada, tanto dos senadores quanto dos deputados federais. Alguns convênios já vêm sendo executados há alguns anos, que é um sistema bastante burocrático. Neste ano já tivemos um incremento de R$ 50 milhões, entre 2023 e 2024, para aquisição de implementos como trator, carreta, grade, arado, etc. para as comunidades rurais do nosso estado, bem como insumos, adubo, calcário, entre outros.

Então, é constante a nossa peregrinação por Brasília, pelos ministérios e pelos gabinetes dos nossos deputados federais, dos nossos senadores, solicitando esses recursos, a fim de que possamos atender a contento aos nossos produtores. E eles não têm nos faltado com atendimento constante. Os deputados estaduais colaboram também. É fundamental a participação dos nossos parlamentares, e temos uma quantidade de recurso razoável que será destinado aos produtores nos próximos meses.

Perfil

Washington Willeman de Souza

Natural de Itaporã, tem 55 anos e se formou em Engenharia de Agrimensura pelo Centro de Ensino Superior Prof. Plinio Mendes dos Santos em 1994. Ingressou na Agraer em 24 de janeiro do mesmo ano como assessor técnico e foi aprovado em concurso público para o cargo efetivo de gestor de Desenvolvimento Rural – Engenheiro Agrimensor em 14 de setembro de 1998. Desempenhou funções de destaque na agência, entre elas a de gerente de Regularização Fundiária entre 2003 e 2006.Posteriormente, foi cedido para atuar como chefe da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária da Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Mato Grosso do Sul, no período de 2008 a 2011. Ainda, de 2020 a 2023, foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Instituições de Extensão Rural, Pesquisa, Assistência Técnica, Serviços Agropecuários e Afins de Mato Grosso do Sul (Sinterpa-MS).

Atirador dispara várias vezes contra residência na fronteira

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Uma residência foi alvo de um atirador, na noite desta sexta-feira (24), no bairro Obrero, e Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã, a 334 quilômetros de Campo Grande.

Segundo testemunhas, um homem em uma motocicleta se aproximou e disparou várias vezes contra o imóvel e depois fugiu.

Diversas marcas de tiro ficaram pelas paredes da residência. Ainda não há informações se havia alguém na casa no momento do atentado.

Autoridades policias estão pelo local e tentam levantar mais informações para chegar no autor dos disparos.

ACM Neto quer Tereza Cristina ao lado de Ronaldo Caiado no projeto de 2026

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Ao participar na noite desta sexta-feira do lançamento da pré-candidatura da ex-deputada federal Rose Modesto à Prefeitura de Campo Grande, para concorrer ao pleito de 6 de outubro, o primeiro-vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, reforçou que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, é nome do partido para concorrer à Presidência da República em 2026.

“Caiado hoje é o nome mais forte que o União Brasil tem como pré-candidato a presidente da República. Esse assunto ainda não foi tratado dentro do partido, porque a nossa pauta hoje é 2024, não é 2026, mas o desejo majoritário dos líderes do partido, dos membros do partido, é de uma candidatura própria em 2026”, declarou ACM Neto ao Correio do Estado.

Para ele, o governador de Goiás é o nome que se coloca com maior força e com plena condição de levantar a bandeira de concorrer à Presidência da República pela legenda.

“A gente quer contribuir para construir um novo projeto para o Brasil que fuja dessa polarização que nos levou a uma bolha. Um nome que possa representar esse sentimento do centro-direita e da direita, de um novo desenho político. Eu penso que o Caiado, sim, é hoje o nome que melhor representa isso”, assegurou.

O ex-prefeito de Salvador reforçou que está falando como uma das lideranças do União Brasil, mas que o nome de Caiado ainda não é uma posição institucional da legenda, o que só deverá ocorrer depois de o assunto ser conversado e debatido internamente. “Portanto, a partir de 2025, pois agora o nosso foco é nas eleições municipais”, ressaltou.

Questionado se a senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina, líder do PP no Senado, seria uma boa vice na chapa encabeçada por Caiado em 2026, ACM Neto disse que ela se trata de uma figura importante na política.

“Olha, Tereza é um grande quadro, nós já fomos colegas de partido. Ela era do Democratas [DEM], e tenho um carinho enorme por ela. Para mim, é uma das melhores senadoras do Brasil. Penso que a Tereza contribui muito na construção desse projeto de fazer o Caiado presidente da República”, garantiu.

Porém, ele confirmou que ainda é cedo para falar sobre essa questão, mas que a senadora de MS é um quadro nacional relevante e que pode sim ter uma posição de destaque no jogo político de 2026.

OUTROS INTERESSADOS
O nome de Tereza Cristina para ser vice em uma chapa para disputar a Presidência da República em 2026 é uma exclusividade apenas do União Brasil, pois, em entrevista à revista Veja nesta semana, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, também mencionou a senadora.

Ele revelou que é cogitada pelo PL uma chapa liderada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e com a senadora Tereza Cristina, a qual foi ministra da Agricultura na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL), como vice.

“Tarcísio e Tereza são uma chapa imbatível. Ela é um fenômeno entre as mulheres, tem carisma e foi uma excelente ministra. Nós queríamos que Tereza fosse vice já em 2022, mas Bolsonaro optou pelo [general e ex-ministro] Braga Netto, que é um homem super-honesto, mas que não deu um voto a mais, porque todo o pessoal do Braga já votaria nele”, ponderou.

Nomes como Ciro Nogueira  e Ronaldo Caiado também seriam boas opções, conforme afirmou o cacique do PL, que deixou claro que a decisão final será de Bolsonaro.

PRF prende homem e apreende veículo com quase 130 kg de drogas em Caarapó

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde desta quinta-feira (23), em Caarapó, um veículo o qual foi flagrado transportando droga.

A equipe de policiais rodoviários federais fiscalizava em frente à Unidade Operacional da PRF, no KM 216 da BR 163, quando abordou o condutor do veículo Renault Kwid. O homem deu respostas imprecisas aos policiais quando questionado sobre o motivo da viagem e de onde estava vindo.

Após fiscalização veicular, os agentes encontraram diversos tabletes de maconha no porta-malas e em compartimentos ocultos, que totalizaram em 126 kg de maconha e 1,9 kg de skunk.

O homem disse que alugou o veículo na cidade de Campinas (SP) e que foi contratado para realizar o transporte ilegal da droga de Amambai até Campinas.

O homem foi encaminhado para a Polícia Civil de Caarapó.

Homem fica ferido ao explodir munição que encontrou no quintal em Ribas do Rio Pardo

Para retirar a pólvora do cartucho, ele decidiu colocar a munição em uma morsa e ao pressioná-la, houve o disparo e ele foi atingido na perna esquerda


Fachada da Depac Cepol onde caso foi registrado (Foto: Paulo Francis | Arquivo)

Homem de 41 anos, que não teve o nome divulgado, foi socorrido após explodir uma munição que encontrou no quintal de casa. O caso aconteceu em Ribas do Rio Pardo, mas ele foi transferido para a Santa Casa da Capital por conta da gravidade do ferimento, na madrugada deste sábado (25).

Conforme o boletim de ocorrência, a PM (Polícia Militar) foi chamada pela Santa Casa quando a vítima deu entrada com ferimento de arma de fogo na perna. Aos policiais ele contou que por volta das 17h de sexta-feira (24), estava limpando a chácara onde mora no Assentamento Lagoa Bonita e encontrou uma munição velha.Para retirar a pólvora do cartucho, ele decidiu colocar a munição em uma morsa e ao pressioná-la, houve o disparo e ele foi atingido na perna esquerda. O homem então procurou atendimento médico no hospital da cidade e foi transferido de ambulância para a Santa Casa. Ele está na área vermelha da unidade.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol como lesão corporal dolosa.

Rose Modesto critica abandono da saúde e aponta falta de remédios em postos de saúde

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Uma das metas traçadas pela pré-candidata à prefeitura de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), é garantir que a população da Capital não enfrente os mesmos dramas da atual gestão de Adriane Lopes (PP), como a falta de medicamentos básicos nos postos de saúde. Não é raro que outros problemas virem notícias, como a demora no atendimento médico.

Governo, fazer uma gestão eficiente e com transparência. Não é possível que Campo Grande, com um orçamento de R$ 2 bilhões, o que dá quase R$ 6 milhões por dia, ainda tenha que suportar a falta de dipirona em postos de saúde. A gente precisa mudar essa realidade fazendo uma gestão eficiente com planejamento estratégico, dialogando com o servidor, fiscalizando o dinheiro, os contratos”, aponta.

Outra propriedade da ex-chefe da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste) e presidente estadual do União Brasil é sobre o equilíbrio das contas na administração pública municipal. Recuperar a capacidade fiscal de investimento e de atrair empresas e indústrias, visando a geração de emprego e renda, é mais um gargalo que Rose Modesto planeja sanar.

“Estamos perdendo muita coisa para o interior e muitas demandas do interior voltam pra cá, então essa conta não está fechando. Eu tenho certeza que com a equipe técnica preparada e uma Câmara de Vereadores comprometida nós vamos fazer isso pela nossa cidade”, promete.

Lançamento de pré-candidatura
A ex-chefe da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste) celebra a pré-candidatura em evento em um buffet, na noite desta sexta-feira (24), em Campo Grande.

O encontro conta com a presença de lideranças do partido como Antônio de Rueda, Presidente Nacional do União Brasil, e ACM Neto, ex-Prefeito de Salvador.

Rose Modesto afirmou que quer eleger seis vereadores na Câmara de Vereadores. A sigla divulgou quem serão os 31 pré-candidatos na corrida eleitoral por uma cadeira da Casa de Leis.

PADROEIRA DE AMAMBAI FERIADO NA CIDADE

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O grande apóstolo da juventude adotou a invocação de Nossa Senhora Auxiliadora para a Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difundiu pelo mundo o amor Maria Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.

A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, sempre uniu o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

Dom Bosco ensinou aos membros da Família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de Auxiliadora. Pode-se afirmar que a invocação de Maria com o título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Escreveu Dom Bosco: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.

Fonte: C. Nova

Prefeito de Amambai recebe reitora do IFMS para definir detalhes da instalação do novo Campus

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Na manhã desta quarta-feira, dia 22, o prefeito de Amambai, Dr. Edinaldo Luiz de Melo Bandeira, recebeu em seu gabinete a reitora do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Dra. Elaine Cassiano, para discutir os detalhes finais sobre a instalação do campus do IFMS em Amambai. A reunião contou com a presença da secretária municipal de Educação, Zita Centenaro, do procurador geral do município, Caio Fachin, além da equipe técnica do IFMS.

Durante o encontro, o prefeito entregou à reitora um projeto de lei, autorizado pela Câmara Municipal, que viabiliza a aquisição de um terreno para a construção do campus. A área foi previamente analisada e aprovada pela equipe técnica do IFMS, levando em consideração fatores logísticos, de transporte e acesso à internet, essenciais para o funcionamento do campus.

“Hoje discutimos alguns eixos fundamentais, principalmente relacionados aos futuros cursos que serão oferecidos. Teremos uma audiência pública futura para, junto com a comunidade, estabelecer as demandas educacionais, principalmente na área tecnológica. Nossa principal vertente será o agronegócio, alinhando o currículo às necessidades locais.”, destacou o prefeito de Amambai.

O novo campus de Amambai será nomeado “Campus Povos Originários”, em homenagem à expressiva comunidade indígena do município. Os cursos oferecidos seguirão a linha do agronegócio, uma área de grande relevância para a região.

A instalação do campus do IFMS em Amambai representa um avanço significativo para a educação no município, oferecendo novas oportunidades de qualificação profissional e desenvolvimento tecnológico. A administração municipal, juntamente com o IFMS, está comprometida em atender as demandas educacionais da comunidade e promover o crescimento sustentável da região.

Fonte e fotos: Raquel Fernandes/Secom

Dourados reduz em um terço a meta da vacinação contra dengue

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Depois de prorrogar pela segunda vez o prazo para aplicação da vacina gratuita contra a Dengue, a prefeitura de Dourados reduziu em um terço a meta e agora espera imunizar pelo menos 100 mil pessoas entre 4 e 59 anos.

Quando começou o programa, no dia 3 de janeiro, a pretensão das autoridades locais de saúde era vacinar 150 mil pessoas. Agora, depois de o prazo ter sido estendido até 31 de julho para aplicação da primeira dose, o gerente do Núcleo de Imunização, Edvan Marcelo Marques, tem afirmado que a expectativa é de que chegue a cem mil o número de pessoas vacinadas.

Até o último domingo (19), data apontada como prazo final para os interessados em tomar a primeira dose, em torno de 79 mil pessoas haviam sido vacinadas com a Qdenga, do laboratório japonês Takeda. Isso significa 52% da meta inicial. Além disso, em torno de 11 mil haviam tomado a segunda dose.

Embora não utilize o termo negacionismo, Edvan Marques atribui a baixa procura, entre outros fatores, a esse estranho fenômeno. “Vivenciamos desde 2016 uma onda de baixa cobertura vacinal como um todo, e isso também reflete na vacinação contra a dengue. Com a campanha da gripe,  que é a campanha mais tradicional que temos, acontece o mesmo”, lembra ele.

Em laboratórios particulares, cada dose da vacina contra a dengue, que protege por até quatro anos e meio, custa em torno de R$ 450,00. Dourados é a única cidade do mundo que está recebendo vacinação em massa contra a doença.

Até agora, o laboratório japonês enviou a Dourados cerca de 210 mil doses em dois lotes. Parte delas vence somente no fim de agosto. Agora, com essa oferta de doses, a segunda dose, aplicada três meses após a primeira, poderá ser aplicada até o dia 31 de outubro.

MORTES

No ano passado, 42 pessoas morreram vítimas de dengue no Estado, sendo cinco em Doutrados. Em 2024, conforme dados oficiais, provocou a morte de uma criança no município e de pelo menos outras 18 pessoas no restante do Estado.

Além disso, outras 15 mortes estão sob investigação. Desde o começo do ano, Mato Grosso do Sul já registrou 19.310 casos prováveis de Dengue, sendo 9.155 confirmados, de acordo com dados do boletim da 20ª semana epidemiológica, divulgado nesta quinta-feira (23).

Mas, além da imunização em massa em Dourados, a vacina também está sendo oferecida a crianças e adolescentes de todo o Estado. Até agora, 46,8 mil doses  foram aplicadas na população de 6 a 15 anos.

E, assim como em Dourados, a procura também está muito abaixo do esperado, já que o Estado recebeu 101.619 doses do imunizante e menos da metade foi aplicada.

Prefeito de Amambai visita obra de reconstrução da estrada do Chorro

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Nesta quarta-feira, dia 22, o prefeito de Amambai, Dr. Edinaldo Luiz de Melo Bandeira, realizou uma visita à obra de reconstrução da estrada do Chorro, que está localizada em uma importante área agrícola e pecuária de Amambai.

Participam desta ação a Prefeitura de Amambai, através da Secretaria de Infraestrutura, o Governo do Estado, por meio da Agesul, a Itaipu Binacional, o Conisul (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul), a Câmara de Vereadores de Amambai e os produtores rurais da região.

Os produtores rurais têm disponibilizado recursos para custeios operacionais, como alimentação e pouso, além de outras necessidades básicas. Este engajamento reflete a importância da estrada para a economia local, facilitando o escoamento da produção agrícola e pecuária.

Acompanharam a visita, juntamente com o prefeito Dr. Bandeira, o prefeito de Sete Quedas e presidente do Conisul, Chico Piroli, secretários municipais de infraestrutura de Amambai, Carli Schier, de Sete Quedas, Miro do Carioca, biólogo do Conisul, Diego e o produtor rural Celso Philippi Junior, que faz parte da coordenação do apoio e tem cedido a sede de sua propriedade para oferecer pouso e alimentação aos trabalhadores envolvidos na obra.

Durante a visita, o prefeito destacou a importância da obra para a comunidade. “A reconstrução da estrada do Chorro não é apenas uma melhoria de infraestrutura, mas uma alavanca para o desenvolvimento econômico e social da nossa região. A união de esforços entre o poder público, entidades privadas e a comunidade rural mostra a força do trabalho conjunto em benefício de todos”, afirmou.

A parceria entre a Prefeitura de Amambai e os diversos órgãos envolvidos exemplifica como a colaboração pode acelerar projetos essenciais para o município. A administração municipal segue empenhada em acompanhar de perto o progresso desta importante iniciativa, assegurando que todas as etapas sejam concluídas com eficiência e qualidade.