Durante sua agenda em Brasília, o Prefeito de Caracol, Carlos Humberto Pagliosa, acompanhado da engenheira civil e gestora de convênios, Jordana Maria Guedes Barcellos, e da primeira-dama, Claudete Pagliosa, recebeu uma excelente notícia. O deputado federal Vander Loubet confirmou a viabilização de R$ 800 mil para a reforma da Praça de Eventos e construção de uma concha acústica no município. Os recursos serão liberados por meio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, uma vez que foram alocados pelo deputado para o Governo de Eduardo Riedel. Vander Loubet, que tem sido um parceiro constante de Caracol, mais uma vez se mostrou comprometido com o desenvolvimento da cidade, garantindo essa importante verba que vai beneficiar diretamente a população. “A cada vinda aqui em Brasília, somos bem recebidos e respeitados, tanto pela forma profissional com que tratamos as emendas quanto pelas amizades que construímos ao longo dos anos. Somos muito gratos ao nosso deputado Vander pelo apoio contínuo que ele tem dado ao nosso município!”, afirmou o Chefe do Executivo. Ainda durante a visita, Jordana Maria Guedes Barcellos iniciou as tratativas técnicas para o projeto, junto com o engenheiro Ramiro Ivan. De acordo com Jordana, o projeto para a obra já está pronto, e agora começam os primeiros passos formais para a liberação dos recursos. “Já temos um projeto pronto. Agora, daremos os primeiros passos formais para a liberação dos recursos. Essa obra será fundamental para o desenvolvimento cultural de Caracol e para a melhoria da qualidade de vida da nossa população”, disse ela. A reforma da Praça de Eventos e a construção da concha acústica são essenciais para fortalecer a infraestrutura cultural de Caracol, proporcionando um local adequado para apresentações artísticas e eventos que atendem a crescente demanda cultural da cidade.

0

Após declaração oficial do CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, informando que a gigante francesa deixaria de comercializar carne produzida no Mercosul, sob “risco de inundação do mercado francês com carne que não atende às suas exigências e normas”, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) saiu em defesa dos produtores rurais e exigiu respeito ao agronegócio brasileiro.

“O que estão fazendo com a gente é sacanagem. O agronegócio brasileiro merece respeito, os produtores rurais merecem respeito. Nós temos a melhor carne do mundo, somos os maiores produtores de proteína animal do mundo, e não estou falando só de boi, mas de porco, de frango. Agora, colocarem dúvida sobre a sanidade animal do Mercosul, é um absurdo”, reagiu o 1º secretário da Assembleia Legislativa.

Na avaliação de Paulo Corrêa, a declaração do CEO foi uma estratégia deliberada para minar a reputação do agronegócio brasileiro e enfraquecer a competitividade do Mercosul nos mercados internacionais.

Paulo Corrêa reage a boicote do Carrefour: “o agronegócio brasileiro merece respeito”

“A França compra apenas 3% do que produzimos. Ele está tentando prejudicar nossos outros mercados. Se fosse o contrário, no dia seguinte haveria uma hecatombe mundial. Mas aqui não. Nós não somos colonizados pela França. Eles precisam respeitar o agronegócio brasileiro”, afirmou Corrêa, destacando a importância de defender o setor produtivo do país.

O parlamentar destacou a credibilidade e o alto padrão da produção brasileira, amplamente reconhecida no cenário internacional, e elogiou a rápida resposta das lideranças do setor agropecuário.

“O agronegócio brasileiro é referência no mundo todo, e diante dessa tentativa de desestabilização, nossas lideranças agiram com firmeza e responsabilidade. Quero parabenizar especialmente o Ministério da Agricultura, os governadores Eduardo Riedel (PSDB), de Mato Grosso do Sul, e Mauro Mendes (União Brasil), de Mato Grosso, além da senadora e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina (PP), pelo trabalho exemplar na defesa do setor”, afirmou Corrêa.

Boicote

Em comunicado endereçado ao Sindicato Nacional dos Agricultores Franceses, o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, informou que a gigante deixaria de comercializar carne proveniente do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

“Em toda a França, ouvimos o desespero e a indignação dos agricultores diante do projeto de acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul e o risco de inundação do mercado francês com carne que não atende às suas exigências e normas”, disse o CEO.

A declaração gerou rápida reação do mercado Brasileiro. Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias de Carne (Abiec) lamentou o posicionamento do executivo. “É contraditório, vindo de uma empresa que opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente com carnes brasileiras”.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here